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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

uma dica de um site legal

http://jc3.uol.com.br/tvjornal/2010/02/02/not_177842.php
Neste site tem um monte de receitas passo a passo tudo detalhado em vídeo muito bom

É um vergonha a hipocrisia humana olha essa




Márcia das Chagas Gonçalves nem chegou a ser atendida pela ambulância, cujo envio ao local do pedido teria sido considerado "desnecessário"
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal vai abrir sindicância para apurar as circunstâncias que levaram à morte da doméstica Márcia das Chagas Gonçalves, 30 anos. A mulher passou mal na manhã da última segunda-feira e, segundo a cunhada Mônica Moreira, 30 anos, ao ligar para o 192 do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), um médico teria dito que a ambulância não era necessária e, em seguida, teria prescrito o uso de 20 gotas de dipirona. Revoltada com a resposta, Mônica ligou para os Bombeiros, que chegaram em 15 minutos, mas não conseguiram salvar a vida da jovem, que tinha acabado de dar à luz Ana Clara, hoje com 12 dias de nascida.

Por telefone, Mônica relatou todos os sintomas da cunhada ao médico do Samu. “Ela estava suando muito e reclamava de dores de cabeça, na nuca e no peito”, contou. Após passar a medicação, do outro lado da linha o médico teria orientado que Márcia fosse levada a um posto de saúde mais próximo, assim que melhorasse. Toda a conversa foi gravada e a Secretaria de Saúde irá questionar o médico sobre o motivo de não ter mandado uma ambulância para socorrer a vítima. Márcia morreu após várias paradas cardiorrespiratórias, mas a causa da morte só será conhecida após a divulgação do laudo do Instituto Médico Legal (IML), que deve ficar pronto em até 15 dias.

Segundo o coordenador da Diretoria de Assistência, Urgência e Emergência da Secretaria de Saúde, Ayrton Barroso, uma comissão irá investigar se houve erro no atendimento. Caso isso fique constatado, o médico sofrerá uma penalidade administrativa e pode ser afastado de suas funções. Ayrton, entretanto, preferiu não fazer pré-julgamento e considera prematuro culpar o atendimento prestado pelo Samu pela morte de Márcia. “Ainda precisamos saber se o não envio de recurso colaborou para a morte da paciente”, ponderou. O resultado da apuração deve sair em 30 dias, mas a família da vítima também registrou ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia (Área Central).

Protocolo
Ayrton explica que todo atendimento é feito com base em um protocolo que deve ser seguido. Segundo ele, o médico que atendeu a cunhada da vítima é um profissional experiente e especializado em ginecologia e obstetrícia. De acordo com Ayrton, em quatro anos de funcionamento do Samu, esta é a primeira vez que ocorre um caso desta natureza. Em média, são 1,5 mil ligações e 500 socorros prestados diariamente. Do total de telefonemas, cerca de 30% são trotes. “É preciso filtrar as ligações, mas não vejo isso como burocracia, mas qualidade no atendimento”, avaliou.

Ontem, o dia foi de tristeza na casa da família de Márcia. Moradora do Varjão, a doméstica deixa quatro filhos, sendo uma menina de 10 anos e outros de 6, 2 e a mais nova com apenas 12 dias. “Ela era uma mulher muito saudável. Não acredito até agora no que aconteceu. Foi uma cena terrível que não sai da minha mente”, disse Mônica. O corpo de Márcia das Chagas deve ser liberado hoje pelo IML e a família pretende fazer o sepultamento em Planaltina de Goiás.

ESQUEMA DE ATENDIMENTO
O Samu/DF conta com cerca de 800 profissionais, entre médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e condutores de 22 ambulâncias, e um helicóptero. Ao ligar no 192, o atendimento inicial é feito por uma telefonista, que, após a identificação de uma emergência, transfere a ligação para um médico, que irá orientar o paciente e diagnosticar se há ou não necessidade do encaminhamento de uma ambulância.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

AIDS UM MEDO QUE RESSURGE

Em campanha do Ministério da Saúde, Luana Piovani faz uma camisinha falante

Campanha foi elaborada para o Carnaval 2010.
Peças publicitárias serão apresentadas sábado, no Rio de Janeiro.

Do G1, em Brasília

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Foto: G1

A atriz Luana Piovani é a estrela da campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval 2010, que será lançada no sábado (6) no Rio de Janeiro. Na peça publicitária, Luana empresta a voz a uma camisinha falante. Na balada, ela dá toques para uma menina e um jovem gay aproveitarem a festa, mas não esquecerem de se prevenir. Luana gravou a voz para a animação eletrônica na última semana, no Rio de Janeiro. Os números mais recentes da aids no Brasil mostram que, na faixa etária de 13 a 19 anos, há mais casos entre as mulheres. Entre os homens, jovens se infectam mais em relações homossexuais. O Departamento de DST/Aids do Ministério da Saúde informou que o trabalho da atriz foi voluntário.

Violência domestica

Na sombra da ilegalidade
A humilhação da violência doméstica sofrida por mulheres

BARRA MANSA
“Quando apanhei pela primeira vez achei que era uma bobeira, uma fatalidade que não iria acontecer mais, uma discussão de casal. Anos se passaram e um dia acordei numa cama de hospital, não sabia nem como fui parar lá. Demorei a perceber a violência que sofria, assim como a Justiça demora a aplicar a Lei Maria da Penha”. O relato acima é de Maria, 36 anos, que sofreu durante três anos com as agressões de seu ainda marido. A violência a deixou com depressão, tanto que ela passa dias sem sair de casa.
Segundo Maria, apesar de estar separada há dois anos a dor ainda é muito grande, principalmente por causa da impunidade. “A lei é só no papel, na verdade muito lenta. Há dois anos tento fazer meu ex-marido pagar pela violência que sofri. São milhares de registros de ocorrência, audiências no Fórum e exames de corpo de delito, e pode acreditar, ele nunca foi preso”, desabafa.
O drama da mulher começou depois de três anos de casada. Grávida, descobriu que o marido tinha uma amante. Ao tirar satisfação com ele acabou apanhado, e a cena iria se repetir diversas vezes, até que Maria denunciou o agressor na polícia.
De acordo com Maria, o ex-marido não queria sair de casa nem concordava com a separação. Depois de vários registros de ocorrência, veio a primeira audiência, que quase causou a morte dela. “Ele compareceu com uma cara de santo, concordou com tudo que o juiz falou, porém quando chequei em casa, à noite, ele me esperava com um martelo não mão. O primeiro golpe seria no rosto, mas coloquei o braço na frente, depois disso não me lembro de mais nada”, relembra.
Maria ficou internada por quase um mês no hospital e como sequela perdeu 40% dos movimentos do braço direito, a dignidade e a vontade de viver. Desde que se separou tenta a prisão do ex-marido, que desapareceu depois de agredi-la com martelo.
Para Silvia, 42 anos, o primeiro tapa que tomou no rosto do marido já era indícios de que não existia mais respeito de um pelo outro. Mas, por causa dos filhos, resolveu aguentar a situação. “A humilhação é muito grande, pois você não é agredida somente fisicamente. É uma agressão psicológica e moral, eu me sinto a pior das mulheres”, comenta.
Na luta para manter a família e a estabilidade do casamento, Silvia acabou se perdendo para o álcool e as drogas. O filho caçula acabou ficando viciado em crack. “Meu marido virou um alcoólatra e por conta disso ficou mais violento. Um dia tentei conversar com meu filho sobre os problemas causados pelas drogas. Ele simplesmente levantou e me deu um tampa, com o argumento de que se o pai podia, ele também. Fui embora de casa naquele dia”, conta Silva.
Atualmente ela mora com a filha mais velha num barraco emprestado por uma irmã. Sua intenção é recuperar a dignidade, para tentar colocar o ex-companheiro na cadeia, e ainda ajudar o filho a largar as drogas.
A série Na sombra de ilegalidade é publicada às terças-feiras. A próxima reportagem trará novos relatos de vítimas e também as falhas na aplicabilidade da Lei Maria da Penha, nos casos de violência doméstica.

beleza

Delicioso e suculento o morango faz sucesso entre os brasileiros. Tortas, bolos, sorvetes, enfim, são diversas as receitas que contem a fruta como ingrediente principal. A boa noticia, é que além de deliciosa, a fruta também colabora com a beleza. O que pouca gente sabe é que esta fruta é uma das mais ricas em vitamina C e polifenóis, que são poderosas armas no combate aos radicais livres que envelhecem e destroem nossas células, inclusive a fibra capilar.

Os resultados podem ser percebidos na pele e nos cabelos, e garantem resultados positivos. Na pele, a aplicação do morango terá uma ação desintoxicante profunda. Ele irá limpá-la dos radicais livres, estimular a circulação sanguínea, deixá-la mais clara, mais macia e muito mais viçosa. Os sais minerais e as demais vitaminas irão mantê-la bem hidratada. O morango devolve o brilho perdido e protege a raiz contra doenças e queda dos fios.

Uma importante dica também é utilizar morangos orgânicos cultivados sem inseticidas e sem fertilizantes químicos. Isso por si só já é uma excelente razão para preferi-los. Mas, vale lembrar também que os produtos orgânicos possuem uma maior quantidade de nutrientes.

Para recuperar o brilho dos cabelos

Ingredientes:

Morango, iogurte, aveia e mel.

Modo de preparo:

Bater com auxílio de um mixer três morangos médios, uma colher de sopa de iogurte, uma colher de sopa de aveia e uma colher de sopa de mel. Você irá obter uma mistura deliciosamente perfumada e extraordinariamente rica em nutrientes, vitaminas e polifenóis.

Aplicação:

Para os cabelos siga a mesma receita acima, adicionando, porém, uma colher de sopa de abacate para a reposição dos lipídios naturais do cabelo. Aplique com os cabelos previamente lavados, deixando agir por 30 minutos enrolado com uma toalha, e em seguida enxágüe apenas com água. Nos cabelos, uma vez por semana é suficiente.

Nossa mente

SÃO PAULO - Maria Clara usa de toda a sua razão para fugir da clínica psiquiátrica na qual foi lacrada à revelia. Já Eugênia jaz delirante na cama após o acidente de Abel. Antonia não se martiriza por sufocar o pai idoso com um travesseiro. Antônio Carlos trava uma batalha com ratos furiosos que tentam devorar seus miolos, enquanto Alaíde persegue borboletas até tornar-se, enfim, uma delas.



São encontros com a loucura, em toda a sua diversidade, suas fúrias e disfarces, que a autora Claudia Belfort revela em "Aqueronte - O Rio dos Infortúnios", que será lançado hoje, a partir das 19h30, na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Pompeia, em São Paulo. A obra reúne 13 contos independentes com angústias de pessoas com vários tipos de distúrbios mentais, dos doentes de amor aos de hospício, dos depressivos aos raivosos, loucos sociais ou suicidas, que desdenham do limite do corpo na contramão da Imigrantes.



O título faz menção à mitologia grega, que apresenta o leito do Rio Aqueronte como palco da travessia das almas rumo ao inferno, ao submundo dos mortos. "Para não pirar, pirei na literatura", resume com bom humor a editora-chefe do Jornal da Tarde, que, quando o pai adoeceu, dispôs-se a despejar a dor no papel e tornou-se autora das histórias, ilustradas uma a uma por Marcos Muller.



Também a loucura, nas linhas de Claudia, tem seu humor, sua delicadeza de percepção. "O sofrimento psíquico também pode ser suave", diz a jornalista, que ainda escreve sobre distúrbios mentais no blog Sinapses (blogs.estadao.com.br/sinapses).



Para surpresa e alívio do leitor, até o caminho da insanidade pode terminar em borboletas amarelas, como comprova a solitária e perturbada Alaíde. Perdida no mundo, numa busca exaustiva pela felicidade, ela se rende a não ser ninguém, a perder-se em sua mente confusa, a tornar-se borboleta. "Deixo para o leitor muitas das conclusões dos contos. Será que essa mulher, Alaíde, é real? É uma criação da imaginação de alguém? O que realmente aconteceu com ela? Fica a cargo do leitor decidir no que prefere acreditar", diz a autora. As informações são do Jornal da Tarde.

Uma frase para se pensar

Exigimos ética ,mas será que somos éticos?